Bíblia em ArteBíblia em Arte
EntrarCriar conta grátis
Bíblia online · Provérbios · Antigo Testamento
Capítulo 30 de 31

Provérbios 30

As Palavras de Agur

Resumo de Provérbios 30

Agur filho de Jaqué confessa: Certamente sou mais estúpido que qualquer homem... não aprendi a sabedoria, nem tenho o conhecimento do Santo. Pede ao Senhor duas coisas: afasta de mim a vaidade e a mentira; não me dês pobreza nem riqueza. Segue-se uma série de quatro coisas: há três coisas que nunca se satisfazem — o Seol, o ventre estéril, a terra com sede de água, o fogo.

Contexto

Não me dês pobreza nem riqueza — a oração do equilíbrio. Nem pobreza que leve a roubar, nem riqueza que leve a esquecer a Deus. A sabedoria que pede o suficiente — a teologia do contentamento.

Palavra-chave no original

לֹא עֹשֶׁר וְלֹא רֵישׁ Lo osher velo reish — "nem riqueza nem pobreza"; a oração de Agur é única no AT — pedir pela condição média. A humildade de quem sabe que os extremos testam o caráter além do que suporta.

Pano de fundo histórico

Agur é o único sábio além de Salomão identificado por nome em Provérbios. Sua origem é desconhecida — "filho de Jaqué" pode ser nome próprio ou título genérico. Seus paradoxos numéricos ("três coisas... quatro") são os mais elaborados do livro.

Não me dês pobreza nem riqueza; alimenta-me com o pão necessário. — Pv 30:8

Leia Provérbios 30

1Palavras de Agur, filho de Jaque, o de fala solene; Este homem diz a Itiel; a Itiel e a Ucal: 2Certamente eu sou o mais bruto dos homens, e não tenho entendimento humano. 3Não aprendi sabedoria, nem tenho conhecimento do Santo Deus. 4Quem subiu ao céu, e desceu? Quem juntou os ventos com suas mãos? Quem amarrou as águas numa capa? Quem estabeleceu todos os limites da terra? Qual é o seu nome? e qual é o nome de seu filho, se tu o sabes? 5Toda palavra de Deus é pura; é escudo para os que nele confiam. 6Nada acrescentes às suas palavras, para que ele não te repreenda, e sejas mostrado como mentiroso. 7Duas coisas eu te pedi; não as negues a mim antes que eu morra. 8Afasta de mim a inutilidade e palavra mentirosa; e não me dês nem pobreza nem riqueza, mantém-me com o pão que me for necessário. 9Para que não aconteça de eu ficar farto e te negar, dizendo: Quem é o SENHOR?Nem também que eu empobreça, e venha a furtar, e desonre o nome do meu Deus. 10Não difames do servo ao seu senhor, para que ele não te amaldiçoe e fiques culpado. 11Há gente que amaldiçoa a seu pai e não bendiz à sua mãe; 12Há gente que é pura aos seus próprios olhos, mas que não foi lavada de sua imundície; 13Há gente cujos olhos são arrogantes, e cujas sobrancelhas são levantadas; 14Há gente cujos dentes são espadas, e cujos queixos são facas, para devorarem aos aflitos da terra aos aflitos, e aos necessitados dentre os homens. 15A sanguessuga tem duas filhas: “Dá” e “Dá”; estas três coisas nunca se fartam, e quatro nunca dizem “É o suficiente”: 16O Xeol, o útero estéril, a terra que não se farta de água, e o fogo que nunca diz estar satisfeito. 17Os olhos que zombam do pai ou desprezam obedecer à mãe, os corvos do riacho os arrancarão, e os filhotes de abutre os comerão. 18Estas três coisas me maravilham, e quatro que não entendo: 19O caminho da águia no céu, o caminho da serpente na rocha, o caminho do navio no meio do mar, e o caminho do homem com uma moça. 20Assim é o caminho da mulher adúltera: ela come, limpa sua boca, e diz: Não fiz mal algum. 21Por três coisas a terra se alvoroça, e por quatro que não pode suportar: 22Pelo servo que governa como rei; pelo tolo que se enche de comida; 23Pela mulher odiada, quando se casa; e pela serva quando toma o lugar de sua senhora. 24Estas quatro coisas são pequenas sobre a terra, porém muito sábias: 25As formigas não são criaturas fortes, mas no verão preparam sua comida; 26Os roedores são um “povo” fraco, mas fazem suas casas nas rochas; 27Os gafanhotos não têm rei; mas todos saem em bandos; 28As lagartixas podem ser pegas com as mãos, e mesmo assim estão nos palácios dos reis. 29Estes três tem um bom andar, e quatro que se movem muito bem: 30O leão, forte entre os animais, que não foge de ninguém; 31O galo, o bode, e o rei com seu exército. 32Se agiste como tolo, exaltando-te, e se planejaste o mal, põe tua mão sobre a boca; 33Porque como o forçar do leite produz manteiga, e o forçar do nariz produz sangue, assim também o forçar da ira produz briga.

Texto bíblico: Bíblia Livre (BLIVRE), © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018. Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil (creativecommons.org/licenses/by/4.0/br/).

Continue Provérbios 30 dentro da plataforma

Salve seu progresso, leia em várias versões, compare traduções, grife versículos e receba o próximo passo amanhã. Entre com o Google em 1 clique ou com e-mail. Grátis, sem cartão.

Criar conta grátis →
Abrir Provérbios 30 na Bíblia

Outros capítulos de Provérbios

12345678910111213141516171819202122232425262728293031